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Mentoring Cargos e Salários

Como fazer avaliação e classificação de cargos

Reunião de RH sobre avaliação e classificação de cargos em estrutura organizacional

Guia para avaliação e classificação de cargos

A avaliação e classificação de cargos é um processo usado para entender, comparar e organizar os cargos de uma empresa conforme sua natureza, complexidade, responsabilidade, requisitos e contribuição para a estrutura organizacional. Na prática, ela ajuda as lideranças e a área de RH a identificar onde cada cargo se encaixa e quais possuem características semelhantes, principalmente em relação à complexidade e responsabilidade, embasando a construção de uma hierarquia interna mais clara.

Esse processo é fundamental para empresas que desejam estruturar ou revisar planos de cargos, carreiras e salários. Sem uma avaliação bem conduzida, a organização pode ter cargos classificados de maneira equivocada, com perfis de senioridade, responsabilidade e complexidade incompatíveis com os seus requisitos, ou mapeamento inadequado de competências comportamentais e responsabilidades essenciais. Isso dificulta decisões sobre remuneração, crescimento, recrutamento, desenvolvimento e movimentações internas.

Por isso, compreender como funciona a avaliação e classificação de cargos é essencial para transformar informações sobre os cargos e grupos ocupacionais em critérios mais objetivos de gestão de pessoas.

Continue a leitura para entender o conceito, as etapas do processo e como aplicar essa metodologia na prática.

O que é classificação de cargos?

Para responder o que é classificação de cargos, é importante entender que essa etapa consiste em distribuir os cargos em grupos ocupacionais, conforme a natureza das atividades. Os grupos ocupacionais são conjuntos de cargos que possuem semelhanças relevantes em relação ao nível de complexidade do trabalho realizado, às responsabilidades essenciais, ao perfil de senioridade e aos requisitos exigidos.

Ou seja, a classificação ajuda a organizar cargos que têm características semelhantes, facilitando a leitura da estrutura organizacional. Assim, cargos de gestão, análise, especialização, apoio, operação ou execução podem ser organizados de forma mais clara dentro da empresa.

Na seção a seguir, você verá um quadro contendo os grupos ocupacionais típicos, bem como as características, os requisitos e exemplos de cargos associados a cada um.

Como realizar a avaliação e classificação de cargos?

A seguir, veja como realizar a avaliação e classificação de cargos na prática e quais pontos observar para construir uma estrutura de cargos mais clara e coerente.

 

1. Mapeamento da estrutura atual da empresa

O primeiro passo para realizar a avaliação e classificação de cargos é reunir informações sobre a estrutura atual da empresa. Esse levantamento pode ser feito por meio de acesso a documentos internos, políticas e descrições de cargos já existentes, organogramas, bem como reuniões com lideranças, consultores e outros colaboradores.

Nessa etapa, o objetivo é entender quais cargos existem, a hierarquia entre eles, em quais áreas estão alocados e uma descrição sumária das atividades que executam.

Esse levantamento de dados inicial fornece a base para a etapa seguinte, que é distribuir os cargos nos grupos ocupacionais.

 

2. Definição dos cargos da empresa nos grupos ocupacionais

O quadro de grupos ocupacionais abaixo funciona como uma referência para entender onde cada cargo pode ser posicionado. Leve em consideração que as informações apresentadas são norteadoras em linhas gerais, entretanto, cada empresa tem as suas particularidades, então é fundamental revisar critérios e até mesmo considerar a criação de novos grupos.

Na sequência, explicamos como interpretar essa estrutura para apoiar a classificação dos cargos da empresa.

Quadro 1 – Grupos ocupacionais e critérios de classificação dos cargos
Grupo ocupacionalComo costuma ser caracterizadoRequisitos geralmente associadosExemplos de cargos
DiretoriaDefine diretrizes estratégicas, responde por resultados gerais da organização e toma decisões de alto impacto.Ensino superior completo, pós-graduação ou MBA e experiência em gestão empresarial e de pessoas.Diretor Geral, Diretor Executivo, Diretor Financeiro.
Gestão estratégicaDesdobra estratégias, conduz áreas ou unidades de negócio e responde por resultados relevantes.Ensino superior completo, pós-graduação desejável e experiência em gestão de áreas, negócios ou equipes.Gerente de Área, Head de Unidade, Gerente de Negócios.
Gestão táticaCoordena áreas, processos e equipes, articulando com outros setores.Ensino superior completo e experiência em gestão de processos, projetos ou pessoas.Coordenador Administrativo, Coordenador Financeiro.
Gestão operacionalSupervisiona rotinas, operações e equipes, garantindo processos, prazos e padrões definidos.Ensino superior ou experiência compatível na área, além de competência em gestão de pessoas.Supervisor Administrativo, Supervisor de Produção, Supervisor de Atendimento.
Liderança operacionalOrienta, acompanha e monitora a execução das atividades da equipe no dia a dia.Experiência na atividade ou área de atuação e competências em liderança.Líder Operacional, Encarregado, Líder de Produção.
EspecialistasAtuam como referência técnica em uma ou mais áreas de conhecimento, apoiando decisões e soluções complexas.Ensino superior completo, especialização, certificações ou experiência aprofundada na área de expertise e na atividade-fim.Especialista de RH, Especialista Financeiro, Arquiteto de Sistemas.
AnalistasAnalisam informações, acompanham processos, elaboram estudos e propõem melhorias.Ensino superior completo, conforme a área, e experiência compatível com a senioridade.Analista Administrativo, Analista Financeiro, Analista de RH.
TécnicosExecutam atividades que exigem formação técnica, conhecimento específico e aplicação de normas ou procedimentos.Curso técnico completo.Técnico de Segurança do Trabalho.
AssistentesApoiam rotinas administrativas, operacionais ou de atendimento.Ensino médio completo.Assistente Administrativo, Assistente Comercial.
OperadoresOperam máquinas, equipamentos, sistemas ou processos produtivos.Ensino médio, curso profissionalizante ou capacitação específica quando necessário.Operador de Máquina, Operador de Produção, Operador de Empilhadeira.
AuxiliaresAuxiliam em atividades operacionais, geralmente com maior orientação na execução.Ensino fundamental.Auxiliar de Produção, Auxiliar de Serviços Gerais.

Como é possível observar, os grupos ocupacionais são estruturados partindo do nível estratégico até o nível operacional, replicando a hierarquia existente na organização.

Na prática, os grupos de Diretoria e Gestão aparecem nos níveis mais altos porque envolvem decisões de maior impacto, definição de diretrizes, gestão de pessoas, processos, orçamento e resultados. Já os grupos de Assistentes, Operadores e Auxiliares aparecem em níveis mais operacionais porque estão mais ligados à execução de rotinas, apoio às áreas e atividades com menor autonomia decisória.

Entre esses níveis, ficam grupos como Especialistas, Analistas e Técnicos. Esses cargos podem não exercer gestão de pessoas, mas exigem conhecimento específico, capacidade de análise, domínio técnico ou atuação em atividades de maior complexidade.

Para classificar os cargos no grupo ocupacional correto, o RH deve observar cinco critérios principais:

  • Natureza das atividades: identificar se o cargo atua com gestão, análise, execução técnica, apoio administrativo, operação ou suporte;
  • Complexidade: avaliar se as atividades são simples, rotineiras, técnicas, analíticas, estratégicas ou de alta especialização;
  • Responsabilidades: verificar se o cargo responde por tarefas, processos, informações, pessoas, recursos, decisões ou resultados;
  • Requisitos: analisar a formação, experiência, conhecimentos técnicos e competências necessárias para ocupar o cargo;
  • Papel na estrutura: entender se o cargo apoia, executa, analisa, orienta, coordena, gerencia ou define diretrizes.
 
Analisando as particularidades da sua empresa

Vale ressaltar que o quadro de grupos ocupacionais apresenta uma estrutura completa de referência, mas isso não significa que todas as empresas precisem possuir todos esses grupos em sua organização. A presença de cada grupo depende do porte da empresa, da complexidade da operação, do nível de maturidade da gestão e da forma como as áreas e responsabilidades estão distribuídas.

Além disso, o quadro de grupos ocupacionais deve servir como uma base de referência, e não como uma estrutura fechada. Em muitos projetos, os grupos apresentados são suficientes para organizar todos os cargos da empresa. No entanto, dependendo do segmento, do modelo de negócio e da atividade-fim da organização, pode ser necessário criar novos grupos.

Isso acontece principalmente quando a empresa possui cargos muito específicos ligados ao seu core business. Em um escritório de advocacia, por exemplo, pode fazer sentido estruturar um grupo próprio para cargos jurídicos, como advogados e consultores jurídicos. Já em uma empresa de tecnologia, pode ser necessário criar uma classificação mais detalhada para desenvolvedores, arquitetos de software, engenheiros de dados ou profissionais de produto.

Por isso, a classificação de cargos não deve ser feita apenas pela reprodução de um modelo pronto. O quadro orienta a análise, mas a estrutura final precisa refletir a realidade da empresa, sua hierarquia, suas áreas críticas e a natureza das atividades executadas. Esse é um dos pontos em que a experiência técnica em avaliação e classificação de cargos faz diferença.

Com a expertise da Mentoring Cargos e Salários, o processo considera tanto as boas práticas de estruturação quanto as particularidades de cada organização. Assim, a empresa consegue classificar os cargos com mais coerência, evitando enquadramentos artificiais e construindo uma base mais sólida para descrições de cargos, carreira e remuneração.

 

3. Redação das responsabilidades essenciais dos grupos ocupacionais

A próxima etapa da avaliação e classificação de cargos é a redação das responsabilidades essenciais de cada grupo ocupacional. As responsabilidades essenciais correspondem às responsabilidades comuns aos cargos de um mesmo grupo ocupacional, direcionando o papel de cada grupo dentro da estrutura da empresa.

Para redigir tais responsabilidades, o RH deve considerar o nível de atuação do grupo ocupacional. Cargos de gestão, por exemplo, tendem a ter responsabilidades relacionadas à definição de diretrizes, tomada de decisão, liderança de pessoas, gestão de recursos e acompanhamento de resultados. Já cargos técnicos, de apoio ou operacionais costumam ter responsabilidades mais ligadas à execução, organização, suporte, operação de processos e cumprimento de procedimentos.

O quadro abaixo apresenta exemplos de responsabilidades essenciais por grupo ocupacional, que podem servir como referência para a construção da estrutura da empresa.

Quadro 2 – Exemplos de responsabilidades essenciais por grupo ocupacional
Grupo ocupacionalExemplos de responsabilidades essenciais
DiretoriaDefinir diretrizes estratégicas, responder pelos resultados gerais da organização e tomar decisões de alto impacto para o negócio.
Gestão estratégicaDesdobrar estratégias organizacionais, gerenciar áreas ou unidades de negócio e acompanhar indicadores de resultado.
Gestão táticaCoordenar áreas, processos e equipes, conectando as diretrizes estratégicas à execução operacional.
Gestão operacionalSupervisionar rotinas, operações e equipes, garantindo o cumprimento de processos, prazos e padrões definidos.
Liderança operacionalOrientar a execução das atividades da equipe, distribuir demandas, acompanhar prazos e apoiar a solução de problemas da rotina.
EspecialistasAtuar como referência técnica em temas de maior complexidade, apoiando diagnósticos, projetos, decisões e soluções especializadas.
AnalistasAnalisar informações, consolidar dados, acompanhar processos, elaborar estudos e propor melhorias para a área de atuação.
TécnicosExecutar atividades técnicas, aplicar normas e procedimentos específicos e apoiar a solução de demandas relacionadas à área técnica.
AssistentesApoiar rotinas administrativas, operacionais ou de atendimento, acessando e disponibilizando informações, documentos, controles e demandas da área.
OperadoresOperar máquinas, equipamentos, sistemas ou processos produtivos, seguindo normas, padrões e procedimentos estabelecidos.
AuxiliaresAuxiliar atividades operacionais, executando tarefas de menor complexidade com orientação da liderança.

O quadro deve ser usado como ponto de partida, não como texto definitivo. Cada responsabilidade precisa ser ajustada à realidade da empresa, ao segmento de atuação, ao desenho da estrutura e ao nível de complexidade esperado para cada grupo.

Como é possível perceber, as responsabilidades essenciais funcionam como uma base comum para os cargos de um mesmo grupo ocupacional. Depois, cada cargo terá suas atribuições específicas detalhadas na etapa de descrição de cargos, que vem logo após a avaliação e classificação de cargos.

Por exemplo, dois cargos do grupo de analistas podem compartilhar a responsabilidade essencial de analisar e consolidar informações da área, mas suas atribuições serão diferentes. Um Analista Financeiro pode consolidar dados de orçamento e fluxo de caixa, enquanto um Analista de RH pode consolidar indicadores de treinamento, recrutamento ou desempenho.

 

4. Organização dos níveis de senioridade

A organização dos níveis de senioridade ajuda o RH a diferenciar cargos com a mesma nomenclatura, mas que apresentam graus distintos de autonomia, complexidade, experiência e responsabilidade. Por isso, ao definir se um cargo será júnior, pleno ou sênior, é importante observar fatores como:

  • Grau de autonomia: verificar o quanto o profissional atua com supervisão ou independência;
  • Complexidade das atividades: analisar se o cargo executa rotinas mais estruturadas ou atividades mais complexas e menos previsíveis;
  • Nível de orientação necessário: entender se o profissional depende de direcionamento constante, eventual ou apenas em situações excepcionais;
  • Tipo de problema que precisa resolver: identificar se o cargo lida com demandas simples, convencionais ou com problemas mais complexos e pouco usuais;
  • Impacto das decisões: avaliar o alcance das decisões tomadas no dia a dia;
  • Responsabilidade sobre processos, informações ou pessoas: considerar o peso da atuação do cargo dentro da área;
  • Experiência exigida para o desempenho esperado: observar a bagagem necessária para entregar o que se espera da função.

A imagem a seguir sintetiza essa evolução e mostra como os níveis de senioridade se diferenciam na prática.

De modo geral, o nível júnior costuma executar atividades com maior orientação, seguindo processos, normas e critérios definidos. O nível pleno já atua com maior autonomia, entrega em trabalhos convencionais, adapta métodos e resolve demandas de média complexidade. Já o nível sênior trabalha com alta autonomia, aplica competências mais complexas, resolve problemas pouco usuais e pode exercer orientação técnica sobre outros profissionais.

Uma forma simples de entender essa evolução é pensar assim: o júnior faz aprendendo, o pleno faz sozinho e o sênior faz ensinando. Essa lógica ajuda a tornar a organização dos níveis de senioridade mais clara, coerente e alinhada à realidade da empresa.

 

5. Redação dos requisitos dos grupos ocupacionais

Após organizar os níveis de senioridade, o próximo passo da avaliação e classificação de cargos é a redação dos requisitos de cada grupo ocupacional de acordo com a senioridade. Os requisitos indicam as condições esperadas para que uma pessoa ocupe determinado cargo ou nível de cargo, como formação, experiência, conhecimentos prévios e maturidade profissional, conforme é mostrado no quadro abaixo.

Quadro 3 – Exemplo de requisitos por senioridade para o grupo de analistas
SenioridadeFormaçãoExperiência esperada
JúniorEnsino superior em conclusão1 ano de experiência como estagiário ou em outras funções administrativas
PlenoEnsino superior completo3 anos de experiência como analista
SêniorEnsino superior completo com pós-graduação5 anos de experiência como analista

Como você pode observar, o ideal é apresentar os requisitos de forma objetiva, facilitando a leitura e a comparação entre os níveis.

 

6. Redação das competências comportamentais

Depois de definir a senioridade e os requisitos dos cargos, é preciso redigir as competências comportamentais esperadas para cada grupo ocupacional. Essas competências indicam como o profissional deve agir, se relacionar, tomar decisões, resolver problemas e contribuir para os resultados da área.

Na metodologia da Mentoring, a redação das competências é organizada considerando o grupo ocupacional, o nível de senioridade, a competência esperada e o conceito que explica o comportamento desejado. Essa estrutura ajuda a deixar a avaliação mais clara e evita descrições genéricas.

O quadro abaixo apresenta um exemplo de como essa estrutura pode ser aplicada ao grupo de analistas, diferenciando competências comportamentais por senioridade.

Quadro 4 – Exemplo de redação de competências comportamentais por senioridade para o grupo de analistas
SenioridadeCompetência comportamentalConceito
JúniorOrganização de informaçõesCapacidade de reunir, conferir e organizar dados da área, seguindo critérios definidos e apoiando a rotina de análise.
JúniorPensamento analíticoCapacidade de observar informações, identificar inconsistências simples e apoiar interpretações iniciais dos dados.
PlenoOrientação para resultadosCapacidade de conduzir entregas com foco em prazos, qualidade das informações e contribuição para os objetivos da área.
PlenoRelacionamento interpessoalCapacidade de interagir com diferentes áreas, comunicar informações com clareza e colaborar para o andamento das demandas.
SêniorLiderança técnicaCapacidade de orientar tecnicamente profissionais menos experientes e apoiar a melhoria das análises e processos da área.
SêniorPensamento estratégicoCapacidade de interpretar cenários, antecipar impactos e apoiar decisões com base em informações consistentes.

Esse tipo de quadro ajuda o RH a diferenciar a profundidade esperada de cada competência conforme a senioridade. A mesma competência pode aparecer em mais de um nível, mas sua aplicação deve evoluir conforme aumentam a autonomia, a complexidade das entregas e a responsabilidade do cargo.

Como a Mentoring pode apoiar sua empresa nesse processo?

A Mentoring é uma RHtech especializada em cargos, salários e inteligência de remuneração, com soluções para empresas que desejam organizar estruturas, comparar salários com o mercado e tomar decisões com mais segurança.

Para empresas que precisam realizar ou revisar a avaliação e classificação de cargos, a principal solução é o Planner, que apoia a construção ou reestruturação do plano de cargos, carreiras e salários com metodologia ágil, gestão de projeto, mentorias com consultor sênior e suporte técnico ao longo das etapas.

Inspirado em práticas ágeis consagradas no setor de tecnologia da informação , o Planner organiza o projeto em etapas evolutivas, com entregas incrementais, validações contínuas e ajustes ao longo do processo. Em lugar de concentrar toda a validação em uma única entrega final, a empresa avança por fases, como organização dos grupos ocupacionais, definição de responsabilidades essenciais, requisitos, competências, descrições de cargos, trilhas de carreira e tabela salarial.

Na prática, isso torna o processo mais colaborativo e incremental. O RH e as lideranças participam da construção da Política de Planos, Cargos e Carreira, revisam pontos importantes durante o projeto, e ajustam informações conforme novas necessidades aparecem. Esse formato reduz retrabalho e ajuda a manter o plano totalmente conectado à realidade da empresa.

A plataforma da Mentoring também oferece templates e sugestões de redação para apoiar a construção de responsabilidades essenciais e competências comportamentais. Assim, o RH não precisa começar do zero e consegue avançar com mais padronização, velocidade e segurança técnica.

Além do Planner, a Mentoring oferece outras soluções que apoiam diferentes necessidades do RH. A pesquisa salarial Staff auxilia empresas que precisam de uma solução personalizada, comparando a remuneração com organizações de referência e com o mercado geral por segmento, porte e região. Já a plataforma Search permite consultar dados salariais de forma ágil, com pesquisas por cargo, município e segmento, além do apoio de especialistas quando necessário.

Se a sua empresa precisa organizar cargos, revisar grupos ocupacionais, estruturar carreira ou tomar decisões de remuneração com mais clareza, entre em contato com a Mentoring para tirar dúvidas e conhecer as soluções disponíveis.